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swing 2Assustada com a fantasia voyeur do marido, leitora pensa em separação e até em vingança. Colunista explica que não se pode confundir fantasia sexual com amor

"Sou casada há 11 anos. Meu marido é um excelente esposo, um pai maravilhoso, combinamos muito bem. Achava que tinha um casamento perfeito até ele me revelar uma fantasia sexual. Ele sente muita excitação só de pensar em me ver transando com outro. Nunca pensou em se separar de mim e me ama muito. Fiquei decepcionada com essa revelação. Para mim, quem ama não quer ver seu amor com outro. Nunca pensei em traí-lo e nunca me interessei por ninguém. Apesar de gostar demais dele, penso em ficar com outro. Mas com a intenção de me apaixonar e terminar o casamento, como uma espécie de vingança. Será que isso seria a coisa certa a fazer?”

Cara leitora, acredito que não foi fácil para seu marido admitir e revelar sua fantasia. É complicado romper com padrões e conceitos do que é normal ou patológico, do que é aceito ou reprovado no sexo. Além disso, a fantasia destrói a ideia de romantismo na relação. Tanto é verdade, que você passou a duvidar do amor que ele diz sentir e pensa numa vingança.

Sua ideia de trair, se apaixonar por outro e separar parece muito racional. Mas emocionalmente não funciona assim. Você está confundindo fantasia com amor.

A prática voyeur - obter prazer sexual apenas olhando a intimidade ou a transa de outras pessoas – e o swing têm aumentado entre os casais como uma forma de quebrar a rotina e apimentar o sexo.

Elas podem atiçar o desejo e provocar a excitação em ambos desde que estejam livres de tabus, preconceitos e convenções em relação ao sexo. Além disso, regras e acordos podem ajudar a estabelecer certos limites.

Essa fantasia é muito comum entre os homens. Ela estimula o erotismo, ativa e potencializa os desejos. Ao ver a parceira sentir prazer com outro homem, o próprio prazer dele é estimulado. Nessa hora é só sexo! O romantismo pode estar presente em outros comportamentos ou momentos íntimos do casal.

Essa mesma fantasia também está no imaginário feminino, porém a cultura nos ensina a rejeitar.

Vejo que vocês não estão prontos para essa experiência, mas aproveitem esse momento e explorem assuntos sobre sexo e a sexualidade de cada um. Revele suas fantasias para ele, sempre tem algo escondidinho querendo se manifestar e quem sabe, fantasias ajustadas a vocês podem aparecer.

Resumindo, mesmo que ao final sua resposta seja não para a concretização da fantasia, o resultado pode ser uma maior cumplicidade e melhoria na vida sexual, tudo dependerá de você.

casal praticando cuckholdImagine uma pessoa em um relacionamento feliz com tudo dando certo. Conforme o tempo passa, o casal desenvolve a intimidade necessária para conversar sobre as fantasias sexuais que gostariam de realizar. Mas além das algemas ou das brincadeiras de paciente e enfermeira, o companheiro pede: "Quero ver você com outros homens". Foi o que aconteceu com Stacey, uma americana que contou sua experiência.

Seu então marido se propôs a organizar encontros sexuais para que ela fizesse o que desejasse com estranhos. Em algumas ocasiões, ele, inclusive, pediu para assistir a relação via Skype enquanto viajava a trabalho.

No início, Stacey aprovava o fetiche. "Agradá-lo me dava prazer, assim como ser centro das atenções", contou. Para a americana foi a época em que mais se sentiu sexy e confiante.

A prática de "cuckolding", que significa marido de uma adúltera, em inglês, é um fetiche prazeroso que representa, para alguns homens, um tipo complexo e erótico de humilhação.

Alguns deles anseiam pela submissão, outros se gabam por possuir o objeto de desejo de terceiros, enquanto há os que enxergam na prática uma forma de explorar a sexualidade masculina. Há ainda os que se excitam somente em ver suas esposas ou namoradas serem realizadas de formas novas.

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O fetiche é quase sempre do homem e não da mulher, disse o médico David J. Ley, autor do livro "Insatiable Wives". Mas não significa que elas também não sintam prazer no ato. "A mulher também encontra emoção, satisfação e estimulação ao explorar o tabu sexualmente."

De acordo com a médica Susan Block, muitos praticantes do fetiche são voyeurs, enquanto suas mulheres são exibicionistas, formando uma combinação perfeita.

O cuckolding, se analisado genericamente, teria uma explicação biológica para excitação masculina. "Quando o marido sabe que sua esposa esteve com outros homens, sua paixão biológica aumenta, pois ele tenta competir fisiologicamente com o esperma do outro", explicou Ley. "Seu pênis fica ereto mais rapidamente, ele penetra com mais força, ejacula mais espermatozoides e com maior distância. O homem fica ereto rapidamente após o sexo e quer ter relações com mais frequência". A médica Susan Block chama o fenômeno de "guerra de esperma."

No entanto, embora seja prazeroso, há um componente importante que pode complicar o relacionamento do casal: separar o fetiche do sexo regular, aquele que é feito no dia a dia.

A confusão entre os dois foi determinante para colocar um fim ao casamento de Stacey, de forma que a dominação e submissão se infiltraram em todos os aspectos de seu casamento, levando ao divórcio. "O que começou como a realização de uma fantasia rapidamente se tornou uma questão de controle e ressentimento".

Para Stacey, a mudança foi rápida e aconteceu praticamente do dia para a noite. "No início, você acha que é legal estar fazendo suas próprias regras, mas um dia eu acordei cheia de ressentimento, raiva e tristeza. Parte de mim não gostava do que estávamos fazendo, e ele não foi honesto quando disse que estaria tudo bem se eu quisesse parar". Desde então, a americana decidiu ter somente relações monogâmicas.

Ley já atendeu que passaram pelo mesmo problema. "Para a maioria continua a ser uma fantasia ocasional, uma atividade realizada de vez em quando. Mas já vi homens que se tornaram incrivelmente egoístas e exigentes [sobre a frequência] da fantasia. Isso não é uma dinâmica saudável, é uma forma egoísta de narcisismo."

"Se um casal quer explorar o cuckolding, eles devem começar devagar e com cuidado, brincando de interpretar papeis ou assistindo pornô juntos", aconselhou o médico Ley. "Descubra quais partes da fantasia funcionam e quais são muito desafiadoras."

cruzeirosswing 1A livre manifestação da sexualidade é sinônimo de tabu desde sempre. Mas o mundo aparentemente underground das festas liberais pode revelar muito mais do que relações sexuais coletivas e despreocupadas. Fomos conhecer de perto duas casas do chamado entretenimento adulto na região da Barra e do Recreio, recintos onde normalmente celulares e câmeras não são permitidos, e apresenta aqui o retrato de um público composto por artistas, políticos, jogadores, empresários e desembargadores, mas também por pessoas comuns, com as quais se pode cruzar no dia a dia em qualquer ambiente.

A curiosidade é o que leva a maioria a driblar a timidez e o ciúme e a cruzar pela primeira vez as portas destes espaços, liberando fetiches ou fantasias sexuais. O sucesso se reflete nos números, conta Rodrigo Schiess, gerente de marketing da Vogue Club Rio, versão carioca da famosa casa de São Paulo que completa um ano na Avenida Fleming:

— No sábado, o dia mais movimentado, recebemos até 350 casais. Só de iniciantes são 40 por semana. Muitos buscam apimentar a relação, experimentar algo novo ou até salvar um casamento. Já ouvimos muitos depoimentos de casais que saíram de uma crise assim. Aqui eles realizam suas fantasias de forma consentida.

Há até um “Cupido do sexo”, explica Schiess, para orientar casais que chegam pela primeira vez (identificados com pulseira diferenciada), apresentando-os a outros.

“Isso aqui é a Roma Antiga no mundo de hoje”. É assim que M.E., de 48 anos, profissional da área de imóveis e cliente assíduo da Vogue, descreve o espaço que frequenta com a mulher, da mesma idade. Como muitos casais iniciantes na prática do swing, ele conta sobre os receios que ambos enfrentaram antes de mergulhar neste universo, há 20 anos.

— O medo sempre foi o “dia seguinte”. Demoramos muito para nos relacionar com outros casais e conversamos bastante, mas depois da primeira vez descobrimos que é a melhor coisa da vida. Chamo isso de diversão adulta para casais bem resolvidos, e não necessariamente para fazer sexo. É um programa como ir à praia — garante M.E., acrescentando que frequenta o local toda semana.

Apostando no conceito de balada liberal sofisticada, a casa oferece festas temáticas, de terça a domingo, das 22h às 5h. Somente às sextas, a programação é GLS.

TEM GENTE QUE VAI SÓ PARA OLHAR

casal liberal swingVocê também pode ir na casa de swing só para curtir o clima, mas a prática pode ser realizada até mesmo em suítes de motéis apropriadas para isso

Tudo é permitido, mas nada é obrigatório. Esse é o lema do swing que já deixa subentendido o que a fantasia sexual significa: sexo com pessoas do mesmo sexo, do sexo oposto, troca de parceiros, observar pessoas transando e também ser osbervado. Entretanto, você não precisa fazer tudo isso. É liver para escolher o que mais lhe agrada.

A sexóloga Piscila Junqueira explica que um casal de homem e mulher pode, sim, frequentar a casa de swing apenas para curtir o clima que ela oferece. "Não necessariamente eles vão querer transar com outras pessoas. Eles podem querer fazer sexo lá dentro, mas só porque o clima é propício". Ainda segundo ela, nesses locais existem lugares específicos para o voyeyrismo (observar pessoas transando) e para a troca de casais.

Assim como o sexo anal e o ménage à trois, a prática dessa fantasia merece cuidados e pede diálogo. "É importante os casais darem vazão às fantasias e poderem conversas sobre isso. Experimentar uma situação de sexo grupal faz as pessoas imaginarem que simplesmente vão chegar lá e transar com todo mundo. Nem sempre é assim", conta a especialista.

Por isso, apesar da aceitação ser muito difícil em algumas situações, "o bom e velho diálogo" deve acontecer entre o casal em que um tem o desejo dessa ou qualquer fantasia, mas o respeito por quem não quer participar também é extremamente importante e necessário, como ressalta a sexóloga.

O motel faz parte da vida de muitos casais. O local é propício para comemorar, fugir da rotina, fazer uma performance sensual, vestir aquela fantasia, tomar um bom banho de banheira com seu parceiro, aproveitar uma sauna, uma piscina e até se aventurar em um pole dance. Hoje em dia é possível fugir da casa de swing e também realizar a fantasia em motel especializado. Além do local ter estrutura para receber mais de um casal por quarto, existe uma suíte interligada com o quarto do lado por meio de um painel, no qual os hóspedes podem fazer seus primeiros contatos.

Assim na casa destinada à fantasia, é possível apenas transar com seu parceiro, observar quem está no quarto ao lado ou partir para a troca de casais. Tudo depende da vontade de cada um e do que está acordado para o casal.

Resort liberal em CancúnAcabar com a rotina sexual, viver novas experiências ou simplesmente saciar a curiosidade são algumas da razões que têm levado casais, em geral juntos há muito tempo, a procurar as chamadas "viagens liberais", focadas no sexo. Porém se engana quem pensa que esse tipo de turismo é procurado somente por quem deseja trocar de casal, praticando o suingue; a maior parte do público quer mesmo é curtir um ambiente plenamente erotizado, capaz de despertar desejos e incentivar a realização de fantasias.

"Precisamos quebrar esse preconceito; a minoria dos casais pratica a troca. Nossos clientes geralmente focam em três coisas: exibicionismo, sexo no mesmo ambiente e voyeurismo", diz o empresário Paulo Macedo, um dos donos da agência de turismo Casal First Tour.

A ideia de criar uma agência focada apenas no público liberal foi concretizada há dez anos: "Percebi que havia um grupo de pessoas muito grande que não tinha opções no Brasil, mas não gostava de ir para outros países por causa da barreira da língua", revela Macedo.

Atualmente, os principais destinos dos brasileiros são o Nordeste, onde existem duas pousadas 100% liberais (onde o sexo é permitido em qualquer ambiente), e Cancun, no México, que possui três grandes resorts especiais para o público.

De acordo com Macedo, cerca de 70% dos frequentadores dos hotéis em Cancun são norte-americanos. "Lá esse tipo de turismo é muito difundido. Por isso, comecei a fechar pousadas e criar grandes eventos especialmente para quem é adepto do turismo liberal", explica o empresário.

Foi pensando nisso que a agência de viagem passou a organizar grupos formados apenas por brasileiros, uma maneira de derrubar a barreira da língua, que atrapalha muitos dos turistas do país. Para quem não tem dificuldade em falar inglês ou espanhol, os quartos estão disponíveis todos os dias, o ano todo.

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